por Jayme Silva

Grupo Escolar Cônego João Pio

Com quase um século, o Grupo Escolar Cônego João Pio é parte integrante do patrimônio histórico e cultural de São Domingos do Prata. Além d...

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Lições de Albert Einstein

(*)14/03/1879      (+)18/04/1955
Albert Einstein, além de ser considerado mais célebre cientista do século 20, foi também um grande humanista. É dele a frase: “a imaginação é mais importante que o conhecimento.” 
O blog de Ilhéus também é cultura, vamos lembrar um pouco do pensamento do Einstein, que contribuiu não só com a física, mas também com a maneira de pensar e agir.

Saudações, Serginho Rocha.
A crise segundo Einstein: "Não podemos querer que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise supera a si mesmo sem ter sido superado. 
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. 

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."


  • sábado, 22 de março de 2014

    Dia mundial da água

    Nosso planeta tem cerca de dois terços de água, sendo que, 97% estão no mar e imprópria para ser bebida ou aproveitada em processos industriais; 2% é gelo; 1% está em rios em lençóis subterrâneos, rios e lagos. Para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas está disponível aproximadamente 0,007% do total de água da Terra.

    Hoje, estima-se que metade da população mundial (mais de três bilhões de pessoas) enfrenta problemas de abastecimento de água. Muitas fontes de água doce estão poluídas ou, simplesmente, secaram. Esse pouquinho de água que nos resta está ameaçado. Isso porque, somente agora estamos nos dando conta dos riscos que representam os esgotos, o lixo, os resíduos de agrotóxicos e  industriais.

    Com o objetivo de chamar a atenção para a questão da escassez da água e, conseqüentemente, buscar soluções para o problema, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu em 1992 o Dia Mundial da Água: 22 de março.

    Ilhéus do Prata é um local privilegiado. Tem boa água que brotam nas nascentes, rios e ribeirões que corta as baixadas e alimenta os animais. É preciso valorizar esta dádiva da natureza e nos conscientizarmos na utilização racional para que a fonte não acabe.

    Saudações,

    Serginho Rocha

    domingo, 2 de fevereiro de 2014

    Porta Bandeira

    "Olha o bloco do sujo, / Que não tem fantasia,/ Mas que traz alegria, / Para o povo sambar, / Olha o bloco de sujo, / Vai batendo na lata, / Alegria barata, Carnaval é pular. / Plác, plac, plac, Bate a lata, Plac, plac, plac, Bate a lata,Plac, plac, plac, Se não tem tamborim, Plac, plac, plac, Bate a lata,Plac, plac, plac, Bate a lata, Plac, plac, plac, Carnaval é assim !... "

    Deste jeito, Helena vai se tornar personagem folclórica do bloco do sujo em São Domingos do Prata. Sabe bem curtir o carnaval na sua essência, com alegria e muita disposição. Esbanja energia e mexe com as pessoas. Não me lembro do bloco sem Helena. Hoje é porta bandeira bloco da Velha Guarda. Sente a energia das fotos e no vídeo.

    No inicio da década de 80, o carnaval de rua em São Domingos do Prata ganhou força, marcado pela irreverência de foliões com fantasias improvisadas ou roupas comuns, desfilando, cantando, acompanhando o bloco pela rua principal da cidade. A partir da década de 90, ganhou muitos adeptos, destaque, visibilidade na mídia e reconhecimento.

    Saudações!!!
    Serginho

    terça-feira, 21 de janeiro de 2014

    José Mujica, presidente do Uruguai



    Muito interessante a entrevista! Recomendo aos amigos do blog e aos nossos políticos!!!
    Saudações,
    Serginho Rocha

    "José Pepe Mujica é um Presidente como nenhum outro. Agricultor, nascido em 1935, foi guerrilheiro durante a juventude, e mais tarde ministro e deputado. Foi eleito presidente do Uruguai em 2009 e desde então conseguiu realizar proezas que outras autoridades em tal escalão jamais alcançariam.
    Mujica recebe um salário de cerca de R$ 25 mil mensais por seus serviços realizados em nome da nação. Ele doa 90% do total de seu salário para ONG’s e pessoas carentes. Vendeu a Casa de Veraneio do Presidente e construiu lares para desabrigados com o dinheiro, além de disponibilizar prédios públicos aos sem-teto durante os invernos. Mujica ainda vive na mesma casa, que não poderia deixar de ser simples. Mantém seus antigos hábitos e amizades, dirige o mesmo Volkswagen e mantém-se feliz no casamento de mais de 40 anos com Lucia Topolanski, no que se aproximam de seus 80 anos de idade."

    segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

    Antigamente em Ilhéus

    Recordar é viver! fotos antigas de Ilhéus do Prata.

    Saudações,
    Serginho Rocha

    Arquivo: Rene Martins
    Arquivo: Rene Martins
    Arquivo Serginho Rocha / Hermínio
    Arquivo Lucas Cotta
    Arquivo Serginho Rocha
    Arquivo Serginho Rocha - Enchentes de 1979
    Arquivo Renê Martins

    domingo, 29 de dezembro de 2013

    Obra do mineroduto

    Obra do mineroduto no território de Ilhéus do Prata - MG
    Antes e depois - traçado do mineroduto acima da estrada de terra

    Invasão compulsória das propriedades 
    Tubos nas montanhas - impacto ambiental em períodos chuvosos
    impactos nas estradas de terra
    Grande movimentação terra afetando as estradas
    Erosão das partes altas que afeta a estrada e pastagem nas baixadas




    domingo, 22 de dezembro de 2013

    Mineroduto em Ilhéus

    Projeto Minas-Rio não é nada mais do que um pesadelo vendido como sonho. Eike Batista passou para o grupo britânico AngloAmerican seus projetos de mineração, que incluía o Minas-Rio, numa transação milionária e surpreendente na época. Hoje, o empresário brasileiro se encontra desacreditado no revés de seus vários sonhos “X”, que estão rendendo prejuízos as suas empresas e a muitos investidores desiludidos.
    Parece que Cynthia Carroll, foi destituída do cargo de presidente da empresa inglesa por causa deste projeto, que está se transformando num grande e longo pesadelo, com problemas de naturezas diversas que se desdobram e multiplicam os custos a cada dia. Ela foi a protagonista responsável por convencer os acionistas da Anglo ao grande e oportuno negócio, sem primeiro, equacionar o “X” da questão.
    Em Ilhéus do Prata e na Vila de Santa Rita, a implantação do mineroduto, que é parte deste projeto, nos dá uma pequenina “amostra” de impactos negativos: problemas ambientais de erosões que estão afetando as condições das estradas e as pastagens do gado, que é a principal fonte renda locais; excesso de particulado (poeiras), gerando insatisfação e desconforto para os moradores de Ilhéus; prejuízos sociais com a desativação do único campo de futebol da Vila de Santa de Rita, que cedeu passagem para as tubulações, cujo traçado corta a principal rua a menos de 50 metros da Escola Pública; Sitiantes que tiveram suas nascentes afetadas e inclusive, com contaminação de água de servidão; Ações judiciais de proprietários insatisfeitos com as indenizações das imissões de posse de suas propriedades.
    O mineroduto Minas Rio foi considerado, através de decreto lei, utilidade pública pelo governo de MG e RJ, permitindo o uso do direito da força pelos interessados na obra sobre a força do direito de vários proprietários de terras, parecendo, a meu ver, intitulada dessa forma apenas para facilitar as desapropriações. Além disso, não consigo enxergar a parte que toca o público, o retorno social é baixo e temporário, uma vez que não gera empregos ao longo do percurso, diferente de uma ferrovia. Este é um projeto agressivo e ambicioso, que objetiva remunerar bem o capital investido, custe o que custar. É lamentável e triste presenciamos calados estes investimentos de alto risco ambiental, social e cultural, se repetir neste País, como se fosse um progresso natural.
    Saudações!

    Serginho Rocha
    15.jpg

    Ilhéus do Prata - MG
    Risco ambiental de degração e erosão 

    Presença do mineroduto em Ilhéus do Prata - MG


    domingo, 1 de dezembro de 2013

    Grupo Escolar Cônego João Pio

    Com quase um século, o Grupo Escolar Cônego João Pio é parte integrante do patrimônio histórico e cultural de São Domingos do Prata. Além da beleza arquitetônica, esta construção, representa pedaços da história de muitas pessoas que por ali passaram e receberam os ensinamentos para a formação educacional e humana.

    Durante a sessão cívica de inauguração do Grupo Escolar em 1921, Jayme Silva, o eterno representante do distrito de Vargem Linda, como sempre o fazia em ocasiões solenes, fez um discurso enfatizando o verbo Evoluir. Referiu-se aquele momento como sendo uma conquista e um triunfo para a cidade de São Domingos do Prata.

    Este discurso encontra-se no livro “Jayme Silva: Discursos, Memória e Genealogia” e faz parte do acervo histórico do Grupo Escolar Cônego João Pio, conforme afirma em oficio elaborado pela Instituição e enviado a família de Jayme Silva.

    Abaixo, segue a transcrição do discurso e anexos.

    Saudações!

    Serginho Rocha


    Discurso proferido por Jayme Silva, no Grupo Escolar de São Domingos do Prata, por ocasião de ser o mesmo inaugurado em sessão cívica a 2 de julho de 1921.


    "Exmº Sr. Presidente; exmº Sr. Dr. Juiz de Direito; Exmº Sr. Diretor; Exmº Sr. Orador Oficial; Exmº Sr. Representante do município de Itabira do Mato Dentro; Minhas exmª Srªs e Meus Srs.

    Não se fazia mister que eu levantasse, aqui nesta solenidade a minha voz tênue. Não devia mesmo fazê-lo, nem só porque a ela falta a autoridade necessária, mas ainda porque irá perturbar a impressão agradabilíssima que pairam aos nossos ouvidos, produzida pelas palavras cheias de conceito dos oradores procedentes, verdadeiras autoridades na matéria que neste momento nos assoberba.

    Mas, meus senhores, cumprindo um dever cívico, vejo-me forçado a quebrar o silêncio em que preferiria ficar-me envolvido, a fim de desempenhar-me de uma comissão.

    Vargem Alegre, meus senhores, distrito que, na verdade, é um dos menores do município, porém grande pela elevação de ideias e princípios de seus habitantes, ele que tem sempre cooperado para o engrandecimento desta terra, não podia deixar de, aqui, nesta hora, ter o seu representante, para trazer de viva voz o concurso de seu aplauso.

    E eis porque eu vos dirijo a palavra.
    Meus senhores: Evoluir! Evoluir!
    Este verbo tem sido a preocupação de todos os tempos e de todas as idades.

    A humanidade, desde os seus primeiros dias, vem procurando conquistar a sua evolução, e, assim, vemos todos os povos como uma consequência lógica da lei natural, despertarem o seu progresso.

    Há seis mil anos, meus senhores, que o homem saindo do estado na natureza e trazendo em si o gérmen do seu melhoramento, busca num afã sempre constante e crescente atingir o grau de perfectibilidade a que está destinado pela providência, e, em marcha ascensional, lenta mas regular, vemo-lo caminhar até ver se chega a consecução dos seus fins ou do seu desideratum – a civilização perfeita.

    E o tempo, meus senhores, tem sido cadinho onde as suas ideias vão se transformando e aperfeiçoando, e, a medida que as necessidades vão surgindo na terra, elas vão sendo satisfeitas em harmonia com as novas ideias e as novas aspirações.

    E o testemunho de meu acerto, meus senhores, nós assistimos aqui agora nesta solenidade, em que o povo deste município, vê sagrada uma das suas mais ardentes aspirações, a inauguração, nesta localidade de um grupo escolar, cuja conquista é mais um triunfo que ele associa ao troféu de suas glórias.

    Quando falamos de coisas escolares, meus senhores, lembramos com razão, dos livros e das idéias que nos mesmos se contém e então evocando as páginas do passado, à nossa imaginação se destacam dois pontos luminosos, brilhantes que são XV e XVIII séculos que jamais os esquecerá a humanidade.

    Se aquele – o XV – século, no ano de 1435, aproximadamente, fez surgir o gênio de Gutemberg, que inventou a imprensa, que disseminou as idéias pelo mundo, este, o século XVIII – dá conta da frutificação dessas idéias com Revolução Francesa de 1789, em que o povo, em assembleia pública, proclamou o “Tratado do Direito das Gentes”, cujo código tem sido o espelho em que se uniram demais nações do mundo.

    Essa revolução, meus senhores, é um marco miliário na história da humanidade, porquanto, fazendo ruir o velho edifício, já carcomido do passado, pelos regimes feudais e outras quejandas vernarias, criou ou veio criar para o mundo uma nova era de felicidade e de liberdade.

    Bem se pode dizer, meus senhores, que até essas épocas, que me refiro, ainda existia na terra, a aristocracia do saber. As sociedades de então, estavam, assim, divididas: Clero, Nobreza e Povo.

    Escusados é dizer que enquanto aqueles dois primeiros estados sociais, ocupavam ou formavam o vértice da pirâmide social, a sua base, - o terceiro estado – jazia na mais cruel ignorância.

    Graças, porém, meus senhores, ao influxo dos séculos que já vos aludi, com suas novas idéias – a democracia – enfim, nós dividamos a luz do saber vir descendo pináculo ou vértice da pirâmide social até a sua base, iluminando, assim, todo o seu pedestal, que é a humanidade inteira."
    "Disse."

    ofício enviado a família de Jayme Silva
    foto obtido na internet - Facebook.com
    foto publicada no Facebook.com
    foto recente

    segunda-feira, 22 de julho de 2013

    Vale a pena ler

    Segue um texto para refletirmos um pouco!!!
    Saudações!!! Serginho Rocha

    (Mirian Leitão)
    Nunca mais a economia poderá ser pensada e planejada sem que a questão ambiental seja parte da equação; nunca mais o meio ambiente será apenas uma paisagem. E daqui para frente os debates sobre população terão sempre que ser feitos tendo como pano de fundo os cenários de mudança climática. Com essas certezas, desembarquei num debate semana passada.
    Demógrafos da América Latina e Caribe reuniram-se no Rio para fazer o encontro regional preparatório dos 20 anos da Conferência das Nações Unidas Sobre População e Desenvolvimento, no Cairo. Foi no IBGE, e eu estive na mesa que unia os três temas — população, meio ambiente e desenvolvimento econômico. O cruzamento desses três olhares é instigante e ajuda a entender certos definitivos da vida.
    No mesmo dia, nas minhas apurações para a coluna, consegui dados antecipados que mostram um avanço aterrador do desmatamento na Amazônia em junho, mês em que andei por lá e pude ver as toras mortas na beira das estradas em que trafegam, impunes, os madeireiros. Aquelas manchas dos sinais de satélites, capturados e processados por computadores em tempo real, não são uma abstração. Sei, de ver, que a derrubada da floresta continua.
    Economista cético não entenderá os desafios econômicos dos próximos anos. Demógrafo que não entendeu os riscos humanos criados pela mudança climática será surpreendido pelos eventos extremos a que estará exposta a população.
    A região conseguiu nas últimas décadas uma redução expressiva da pobreza. No Brasil, o núcleo mais duro da pobreza extrema está justamente no semiárido nordestino, local mais vulnerável aos efeitos da mudança climática. Há riscos de desertificação em outras áreas pobres da América Latina e Caribe. A longa seca do Nordeste este ano lembra que estão atrasadas as políticas de adaptação.
    Na América Central e Caribe acumulam-se as evidências de que aumentarão as tempestades tropicais e outros eventos extremos determinados pelas mudanças climáticas. É preciso investir em prevenção de desastres.
    O mundo precisará de água, biodiversidade, capacidade de produção de alimentos. A região tem tudo isso. Mas a América Latina não é um reservatório homogêneo de recursos naturais. Há os mais e os menos produtivos. O derretimento das geleiras do Peru e da Bolívia sustenta cenários de falta de água em Lima e La Paz, entre outras cidades. Os rios amazônicos passarão por volatilidades radicais. Já estão passando. Em 2010, houve a maior seca dos últimos 100 anos; em 2009, a maior enchente de que se tem notícia. Água demais e, depois, tempos de escassez exigirão entender melhor o novo regime hídrico. O princípio da precaução recomenda não encher a região de empreendimentos agressivos ao meio ambiente, nem aceitar o desmatamento.
    A América Latina e o Caribe sofreram ao longo de sua história com um modelo de extração — em alguns casos, saques — das riquezas naturais, um projeto econômico deliberadamente concentrador de renda e um mal disfarçado racismo que opôs descendentes de europeus aos de origem indígena. No Brasil, entre brancos e negros. Tudo isso sempre foi imoral e hoje é disfuncional do ponto de vista econômico.
    As mudanças demográficas — o número de filhos por mulher caiu de 6 para 2,1 em seis décadas — reduzirão os novos entrantes no mercado de trabalho. A desigualdade e a discriminação de qualquer natureza são um risco hoje até para as empresas e apequenam o mercado consumidor. Na economia do conhecimento, a educação não poderá mais ser relegada. O desenvolvimento econômico precisará da força dos cérebros. O modelo de saque desordenado das riquezas naturais e desprezo ao capital humano pode levar à perda de ativos que farão falta no novo mundo que se aproxima.
    Claro que os países podem ignorar esses imperativos; os debates acadêmicos, perderem-se em questiúnculas; os administradores públicos, escolherem a insensatez, e os lobbies retrógrados, vencerem mais uma vez. Mas o preço a pagar pelos erros será maior agora.
    Em 2004, quando o Brasil atingiu o segundo pior ano de desmatamento, 27 mil Km2 (o primeiro foi 1995, com 29 mil Km2), começou uma ofensiva de defesa da floresta que derrubou essa taxa ano após ano. Mas, ainda assim, desmata-se todos os anos. Em 2012, foram 4,7 mil Km2. Há o risco de voltar a piorar. Quem subestima esse risco, está desinformado.
    http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2013/07/21/novo-mundo-504093.asp